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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Montevidéo – Segunda Parte



Que maravilhosa cidade, tão maravilhosa que poderíamos escrever vários livros sobre essa exuberante cidade, que seria impossível descreve-la em poucas e simples palavras.


Montevidéo, basta por si só.


Praça Independência, ao fundo o Palácio Salvo, concebido pelo arquiteto Mario Palanti que vivia em Buenos Aires e inaugurado no ano de 1928, é o edifício mais emblemático da Capital Uruguaia, pela sua forma, arrojo, beleza que foi a mais alta construção na América do Sul por muito tempo. Não chega aos cem metros, mas está quase chegando a cem anos.


Sandra na praça Independência, ao pés de Artigas, El Padre de la Patria.


 Belíssima escultura, recriação da última diligência que com o nome de "La Comercial del Este" funcionou em Maldonado até 1910, ano em que foi construída a Estrada de Ferro desta cidade.
Para tal escultura, em seus cavalos foram usadas conchas, cifres e madeira. Belíssima peça.





 Sandrinha nas escadarias do Palácio Esteves, que por muitos anos foi a sede do Governo em Montevidéo e eu em um recanto de seu saguão.



 Por ser uma cidade razoavelmente antiga, encontramos em seu centro verdadeiras obras de arte arquitetônicas como este edifício.



 
 Nosotros en la Rambla, la belísima Rambla de Montevidéo.





Dom Artigas, o homem que não viu o Uruguai independente do Brasil, mas que muito lutou para que isto acontecesse, morreu exilado no  Paraguai e não viu seu sonho concretizado em 27 de agosto de1828.



 E como uma despedida de Montevidéo, nada como o moderno que contrasta com as construções antigas, e na cidade há esta mescla do antigo e do novo, o que mantém viva a história desse um povo.

Até breve Montevidéo, pois agora o nosso destino é Colonia del Sacramento.



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