PS

PS

SEGUIDORES

sábado, 13 de janeiro de 2018

BRASIL – Um País De Faz De Contas.





Quando nos anos 50, o General Charles de Gaulle, 18º Presidente da França, afirmou do alto de seu 1,96 m. quase dois e de sua postura de um verdadeiro General, que o Brasil não era um país sério, muitos brasileiros acharam-se profundamente ofendidos.


Coitadinhos.


Entretanto hoje, há bem mais de meio Século o que vemos é exatamente isto. Um país de “Faz de Contas”, das orgias e maracutaias, um país cujo povo ainda não acordou de seu sono eterno em berço esplêndido e perdido nesta profana farra com o dinheiro público não se atém aos verdadeiros canalhas que enxovalham a Nação, cuja imprensa internacional, inunda seus periódicos com sarcasmos e reproches ao outrora Pindorama.


Há na verdade dois Brasis. Um é o Brasil de faz de contas, dos marajás, dos maus brasileiros, que além da deslavada corrupção que corre solta em todas as esferas da Mãe Pátria, aonde Deputados, Senadores, Juízes, alguns Militares, Prefeitos e até os inúteis Vereadores chafurdam no erário, golpes, auxílio moradia, auxílio creche, auxilio paletó, mordomias e falcatruas, habeas-corpus que nem juiz de futebol concederia, o “Zé-povinho”, que pertence ao segundo Brasil, país de analfabetos por instrução, analfabetos políticos de enésima qualidade, analfabetos funcionais e tantas outras péssimas qualidades, continua na mesma e secular pasmaceira e deixa o barco correr sem tomar uma atitude drástica contra esses brasileiros cuja pátria é la plata, não se importando com o verdadeiro Brasil.




Estamos vendo um verdadeiro assalto aos direitos trabalhistas, instituídos nos anos 30 pelo velho caudilho Getúlio Vargas, Gaúcho de São Borja, que tomou o poder na marra, pela força das armas e nas patas dos haraganos e no poder ficou por 15 anos, sendo depois eleito por voto direto, suicidando-se em 24 de agosto de 1954, para, segundo ele, não haver derramamento de sangue, o que na verdade era o que precisava acontecer, pois chega de tantos escândalos e desmandos nesta terra tão generosa. Generosa para os ricos, já que a dita classe média que se acha rica defende com unhas e dentes esse poder podre, corroído e desavergonhado, e esquece que tambpem está sendo lesada, já os pobres padecem o infortúnio de serem pacatos e sem memória. Enquanto o meu computador tem excelente memória esse povinho tem uma vaga lembrança.


Chega!


Enquanto o povo não acordar, esta vergonha continuará a acontecer e para eles, parece que está tudo as mil maravilhas. Pobre defendendo políticos renomadamente corruptos, pobre defendendo políticos de direita, aliás, ser pobre de direita já é prova suficiente de analfabetismo político, e ainda para defender os ricos dizem com a maior imbecilidade que se o sujeito é rico, não precisa roubar. Mais uma prova da ignorância deste povinho pobre que defende esse bando de canalhas que só vê o ganho pessoal, enquanto isto o pau que bate em Zé não bate em José. Acumulam-se processos contra Senadores, Deputados, Ministros e outros alcaides, pois essas leis carcomidas dão a eles esse famigerado Foro Privilegiado, por isso nada vai à frente e continuam os safados com poses de doutores, esquivando-se e sendo protegidos por esse verdadeiro escárnio de leis fracas, omissas e até imorais.


Portanto o povo pobre e oprimido parece-me querer viver neste país de contos de fadas.


Vemos agora mais um assalto aos trabalhadores, no caso específico aos trabalhadores públicos, que têm suas cestas básicas de alimentos cortadas por alguns prefeitinhos golpistas, enquanto isto Juízes, Senadores e Deputados e outros desse meio recebem auxilio para tudo, até para gasolina, não bastasse os astronômicos proventos e vantagens que extrapolam o teto constitucional. Riem, gargalham e fazem pouco deste povo “emburrecido” com o antipetismo, como se a corrupção tivesse acorrido somente nesse período, porém ela é antiga e passou pela Privataria Tucana (PSDB) e continua em todos os partidos e em todos os momentos, mas o povo não se atém aos verdadeiros canalhas, corruptos que usando de sua posição não só traficam influências como drogas. Drogas em fazendas de Senadores e helicópteros, conhecido como helicoca. Drogas na verdade são esses mandantes de assassinatos, de propinas e tantas outras coisas que levam o país para o fundo do poço, mas o povo está tão “emburrecido” que só enxerga um lado. Tenho pena, não, tenho nojo.


Senhor Charles de Gaulle, sei que se o senhor fosse vivo diria mais, não apenas que o Brasil não é um país sério e sim que o Brasil além de não ser sério é um verdadeiro escárnio, aonde a vergonha não existe, a moral foi-se água abaixo e o que impera e a safadeza, a corrupção, o desmando, a farra com o dinheiro público. Vivemos, pois neste país que não passa de uma “Never Land”, ou Ilha da Fantasia. Se preferires um país que deveria verdadeiramente ser chamado de Marmelândia.



Um país rico, que apesar de toda essa vergonhosa roubalheira consegue se manter entre as dez maiores economias do mundo, porém se não fossem as malas de dinheiros encontradas em apartamento do Deputado Geddel (PMDB), cinco vezes eleito pelo Estado da Bahia, e outros escândalos, a situação seria outra. Mas não só o povo baiano, mas todo os brasileiros precisam saber em quem votar e não votar nesses lixos.




Até quando vou viver nesta monstruosa pouca vergonha desses políticos safados que mereceriam mesmo era de um bom PAREDÓN, que pelo visto teria que funcionar 24 horas ininterruptas e que os canalhas tivessem que pagar a munição dos pelotões de fuzilamento.


Realmente, tenho vergonha de nosso povo que se deixa iludir por esses políticos canalhas e mentirosos. E quanto mais safado, autoritário, racista, misógino for mais cativa esse povinho também desavergonhado, que acredita no canto do quero-quero.


Como podemos não aceitar as sábias palavras de Charles de Gaulle, se até um Juiz da Suprema Corte, a mais alta instância do país está no alvo para ter seu impeachment aprovado pelos escândalos que o envolvem. Só mesmo num pais de mentiras, roubalheiras e de um deslavado entreguismo, orquestrado pela grande mídia, direitista e mentirosa.


Meus filhos sabem da vergonha que eu tenho de pertencer a este país de Faz de Contas, onde os mais canalhas são os mais louvados, país que não tem memória, pais que vota em Deputados e Senadores condenados por corrupção, vota em palhaço, vota em fascistas, achando que as coisas vão melhorar.




O Palhaço Tiririca fez sua campanha com o slogan “Vote em Tiririca, pior que está não fica” e foi eleito.


Mas senhor Tiririca, apesar de sua renúncia, verdadeira palhaçada, teatrinho barato, falsas lágrimas, ficou muito pior.


Hão de chorar lágrimas de sangue e por esses motivos cresce tanto o movimento “O Sul é o Meu País”. Depois não adiantará chorar o leite derramado, mas de alguma maneira temos que nos livrar dos verdadeiros bandidos que assaltam os cofres da própria Mãe Pátria.




Não esqueçam que o resultado do plebiscito não oficial, o Plebisul, ocorrido em outubro 2017 mostrou no voto que 96,26% são favoráveis a uma Republica autônoma no Sul, mas precisa esta Nova República, se vier a acontecer, mudar todas essas leis falidas e instituir a pena de morte aos políticos corruptos, pois aqui há também muitos caborteiros.


Fui!
 

Mas vou tapado de asco.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Fumaça Branca do Cigarro.



            Plantação de Tabaco - fumo.

O tabaco é uma planta originária dos Andes, portanto era desconhecido dos europeus, até a chegada de Cristovão Colombo em 1492, porém largamente utilizado em todo o Novo Mundo pelos ameríndios, em forma de charutos, cachimbos, mascado ou bebido em forma de chá.

            O velho morubixaba Raoni, fumando seu cachimbo e seu
                           tradicional botoque de madeira para esticar o lábio inferior.
 
Farta literatura há sobre esse assunto, porém, apesar dos males causados pelo seu continuado uso, o tabaco hoje é conhecido e usado no mundo inteiro e de diversas formas, popularizado principalmente durante a Primeira Grande Guerra, também encontrado em diversas publicações pertinentes ao assunto.

                 Fumo em corda - já curtido.

Apesar de ser o Brasil o segundo maior produtor desta praga, ele não consta entre os dez países mais consumidores e seu uso vem ano a ano caindo drasticamente. 

Que bom!

Porém esse produto me fez viajar ao tempo e chegar despacito aos anos 50, o que me trás recordações da velha índia meio Charrua, minha avó paterna.


Usava a velha Idelvira de Farias Teixeira, conhecida como Bibira o popular e tradicional “paiero”, (palheiro) cigarro cujo tabaco ou fumo é enrolado em palha de milho, por este motivo tomou esse nome tão corriqueiro no Rio Grande do Sul, aonde é consumido principalmente pelos Gaúchos.

                                         Milho

Vovó que plantava o próprio milho, tanto para sua alimentação em forma de milho verde cozido, assado na brasa, mingau, curau e canjica salgada ou doce e também para a alimentação de animais que ela possuía. Lembrando que o milho assim como o tabaco era desconhecido dos europeus, mas era o principal grão que alimentava milhões de índios, cuja sua origem é a Mesoamérica, foi sendo através de milhares de anos alcançando todo o continente e finalmente o mundo, com quase quatro mil variedades e serve também como um dos principais forrageiros que alimenta o gado em geral, de touros, galinhas e pintinhos em forma de quirela.

             Milho.

Porém vamos nos ater a velha avó, minha velha e saudosa Charrua, maleva como sua mãe, a minha bisa Maria Emília, que despachou com suas próprias mãos um caborteiro para a terra dos pés-juntos, como foi publicado neste espaço com o título “O Assassinato” em 5 de julho de 2014. Vovó, que com seus dedos encarquilhados, como num ritual mágico e cheio de regras cortava a palha do milho, preparava o fumo em corda que era meticulosamente, depois de curtido, cortado com uma boa carneadeira e após calmamente ia enrolando seus “paieros”, absorta ao mundo, absorta em seus pensamentos longínquos, mas num verdadeiro ritual quase mágico e perícia de fazer inveja.

             Enrolando o "paiêro".

Passava as tardes enrolando tranquilita seus “paieros” e quando o primeiro ficava pronto ela, de cócoras ao lado do velho fogão campeiro ou de um fogo de chão, pegava um tição e calmamente acendia o primeiro cigarro ou com o hoje desconhecido da maioria das crianças com menos de 60 anos, isqueiro de pederneira e em uma longa e serena tragada, de olhos fechados, aspirava com prazer e visível regozijo o gosto daquele tabaco que ela tanto admirava.

                 Isqueiro de pederneira-- Desenho do autor.
                                   A - Pedaço de aço.
                                   B - Pedra.
                                   C - depósito de fluido inflamável.
                                   E - Tampa que servia como apagador.
                                   D - Cordel de algodão.
                                   Para acender essa geringonça o quera (cuéra)
                                   ficava batendo a pedra no aço até uma fagulha
                                   acender a ponta do cordel.


Abria seus olhos e soltava de sua boca de lábios finos, em total êxtase nuvens de branca fumaça que a parecia hipnotizar naquele momento, até lúdico, em que ficava absorta olhando os rolos de branca fumaça espargirem-se no ar.


E assim foram anos observando as manhas da velha índia, hábil e despachada.


Lembro-me de seus finos dedos, magros como ela própria, enrolando e fumando seus “paieros” e tomando seu chimarrão o que fez até seus últimos dias.

            Outras variedades de milho.


Avozinha querida, meio biguana, porém mais atilada do que sorro em noite escura, cuidando-se dos guaipécas. Bispando qualquer movimento, astuta e matreira. Quantos são os recuerdos que de ti carrego sempre vivos em meus pensamentos.

Avozinha querida e despachada.

Da vida muitas vezes machucada.

Brilhava os olhos de alegria.

Quando alguma brincadeira comigo fazia.



Se alma existisse, seria a tua como fumaça de paiero,

Livre dos tormentos quentes de um braseiro,

Subindo ao infinito tão leve

Delicada e branca como um floco de neve



Tinhas, velha Charrua, verdadeiro esplendor,

Brilhavas mais que a Boieira no alvor.

Quando te carregava em meus braços, rias,

E sentia em meu rosto tuas mãos delicadas e frias.



Astuta e corajosa, nunca se deu acovardada.

E desta vida dura e desenfreada.

Brigou, lutou e saiu vitoriosa.

Índia Charrua esperta e valorosa,



Guapa, valente e mui gentil.

Como fumaça se espraiou e sumiu.

Rumbiando para outros pagos nos deixou.

Imensa saudade em meu coração ficou.


domingo, 31 de dezembro de 2017

Ano Novo. 2018




Êba! Êba. Um novo dia.



Festas, fogos de artifício, comilanças, bebedeiras, gritos, felicitações, lágrimas, cinismos, falsidades, muitos e ternos corações sinceros no meio deste furdunço.


Todos entusiasmados, aparente felicidade e aparente alegria.


Pedidos de saúde, harmonia e realizações.


Respeito muito àqueles que nestas datas, com amor externam seus votos de felicitações, com carinho e lisura e também os faço por respeito e tradição. Desculpem-me, mas não consigo ficar neutro neste momento.

O quê mudará?

Nada!


Pura e elementar festa de consumo e quem ganha é o comércio que explora essas datas, quer seja Natal, Ano Novo, Páscoa e uma porção de dias sem sentido que se comemoram. É dia deste ou daquele e até o Dia Internacional da Galinha, comemorado a quatro de maio. Mas o povo não se atém que tudo isto serve para explorá-lo, extorqui-lo e manter a senzala ocupada com macaquices para que não preste a atenção na Casa Grande e que tudo é pura e rudimentar ilusão, maracutais, farra com o dinheiro público, extravagantes salários de Deputados, Senadores e Juízes corruptos e muito suborno.

 
Enquanto os iludidos, numa verdadeira onda de alienação, saem às ruas em busca de presentes, rever falsos amigos e parentes que não suportam, as elites divertem-se enchendo mais suas burras. Acumulam dinheiro, verdadeiras fortunas que não irão levar para caixão no derradeiro instante, pois como dizem, jamais vi um carro forte seguindo um cortejo fúnebre, mas iludem o povo, povo cuja grande parte é faminta, analfabeta e desesperançada. 
  

Iludem os que nada têm. Esses, que nada tem entram nesta onda exploratória sem perceber que estão sendo usados vilmente e enquanto os magnatas abrem e bebem champanhes e vinhos, cujos preços são maiores do que a maioria percebe por anos e anos de incansável trabalho, esse povo enche a cara com cerveja barata e cachaça de boteco, achando que esse momento passageiro é prelúdio de uma felicidade duradoura.


Muitas vezes me pergunto: 


Será ilusão? 



Se for, não deixa de ser uma terrível ilusão, onde extravasam suas angústias e desesperos. E os que nada tendo participam destas orgias de Baco, o deus do vinho, como se fossem o próprio, esquecendo que milhões de crianças são brutalizadas, dormem pelas ruas e passam fome.

Ou será pessimismo meu?



Afinal vejo que milhões estão em hospitais irremediavelmente condenados, milhões passam fome no mundo, milhões são martirizados, milhões vivem em campos de refugiados, milhões de anciões ou anciãos, abandonados pelos próprios filhos em asilos, mas milhões, neste momento de orgia, sequer lembram-se desses despossuídos e sequer levantam sua voz em defesa desses, que por vontade de um fictício deus amargam todos os tipos de sofrimentos.



O quê mudará?

Nada.

Pois a vida segue em frente da mesma forma e sem nada mudar e sem saber que são apenas datas inventadas por homens espertos que se aproveitam da total ingenuidade desse zé-povinho para explorar e explorar.




Não serão votos de saúde e paz que te livrarão das dívidas e elas continuarão, nem te livrarão de tua tristeza, pois é uma alegria passageira, não ficarás livre de tua depressão, pois se não a tratares, nenhum voto te livrará desta angústia.


Dói-me ver tantas e tantas pessoas, muitas das quais marginalizadas, fora da farra das grandes fortunas, como macacos desnorteados, imbecilizados e alienados em busca de presentes, mimos e agrados, muitas vezes a quem não merece.


Dói-me profundamente saber que enquanto essas elites burras e reacionárias gargalham à vontade, o povo, dos mais instruídos aos totalmente ignorantes, copiam como marionetes as farras dos que tendo e tendo muito, gozam da cara deste povo iludido, sonhador e até paspalhão.


Assim aconteceu com o carnaval moderno, que iniciou nos luxuosos salões da Europa e o povo famélico vendo os ricos divertindo-se a valer, começou a levar às ruas essa algazarra, como palhaços idiotizados pelo álcool.


Não podemos esquecer que logo teremos esse carnaval, aonde muitos deixarão de comer para ter dinheiro para comprar uma fantasia ou pagar caro por um abadá e como palhaços dementes e bêbados festejarão como se para eles a felicidade fosse perene. Pobres coitados. É de chorar de pena.


Quando esse povinho analfabeto político deixará de ser enganado por políticos trambiqueiros, por pastores ladinos, cafajestes e canalhas e por essa elite reacionária e burra, mas que tem o dom de iludir esse povão atoleimado, ressuscitando a velha cantilena romana do pão e circo.




Nada adiantará fazer votos de felicitações, saúde, amor e paz, se nossos corações continuarem empedernidos, pois isto eu faço todos os dias, não necessitando de uma data que passou a ser vulgar, puro e vil comércio, pois nada do que se espera irá mudar se não mudarmos o nosso modo de ser.


No momento em que mudarmos nossa maneira de ver a vida, de entender as armadilhas feitas pelos endinheirados e ver o próximo como igual e não como um invisível, porque tem menos ou nada tem, começaremos a ser realmente humanos.



No momento em que mudarmos nossos conceitos retrógrados e atrasados, talvez aí comece a mudar o rumo das coisas, principalmente àqueles que vivem falando em deus e que são os da pior espécie, pois quem muito fala neste fictício ser etéreo e enganoso, é quem muito deve.


Temos que ter a grandeza sim de saber que somos feitos dos mesmos compostos dos outros animais, não somos nada mais nada menos que fruto de um acidente ocorrido a 65 milhões de anos, quando os gigantescos sáurios foram extintos dando aos mamíferos a possibilidade de viver e evoluir.



O resto é pura, pueril e desequilibrada ilusão. Principalmente dos que falam tanto em um projeto de deus, pois se há um projeto de um ser fictício onipotente, nada mudará, nem rezas, nem pedidos ajudarão, caso contrário esse deus falha em seus projetos e os modifica em pleno decorrer do jogo da vida.


Sei que o povo precisa se divertir e extravasar, mas se essa momentânea alegria não perdurar, for efêmera por ser momentânea, algo de muito errado há.


Tá.
 
Fui tapado de interrogações.