PS

PS

SEGUIDORES

sábado, 14 de outubro de 2017

Educação e Amor.





Dentre os ensinamentos bíblicos um deles fica bem claro que é o da “chantagem”, vil e cruel.

O crime e o castigo.

O bem e a graça.

O mal e a punição.

O paraíso e o inferno.



Como se treina um cachorro a bíblia faz esta chantagem com seus seguidores, pois esses vivem presos às recompensas e as punições.


Entretanto o bem deve ser praticado sem a presunção de receber algo em troca. O mal não deve ser feito, não porque haverá um castigo e sim por índole.


O humanismo é próprio dos homens de caráter, sejam eles alguns religiosos ou ateus. E neste caso temos sim que lembrar deste ensinamento budista.

             
Sendo eu ateu, não espero recompensas pelas coisas boas que posso praticar, pois isto para mim é um dever. Nem também castigos pelas coisas más, pois minha moral as impedem de serem feitas.


Trato a todos com atenção e carinho e se alguém duvidar veja as minhas mais antigas respostas a meus comentadores. A todos dispenso carinho, atenção, educação e até uma profunda compreensão e amor.


A todos, homens, mulheres, conhecidos, desconhecidos trato com extrema doação e delicadeza. Muitos nem sei quem são. Jamais os verei. Nem sei se são reais.


Caso contrário seria eu um sórdido, mal educado, insano, cruel, tendencioso, torpe e mentiroso.


Muitos agem assim. Maldosos, que veem o mal em tudo, que não sabem dividir as coisas, que acham que entre pessoas sempre haverá um interesse além. 

Coitados! Desses tenho pena.

Pode sim haver uma amizade fraterna sem a esperança de uma recompensa. Isto acontece com o cachorro que está sendo adestrado. Se fizer a coisa certa receberá uma recompensa.


Não duvido que muitos assim ajam, pois esse comportamento pequeno e asqueroso é próprio dos seres humanos que veem o mal em tudo.


“Um homem não pode ter uma amizade pura por uma mulher. Não existe uma amizade platônica”.


Coitados dos que assim pensam.


Então para evitar mal entendidos deveria eu ser lacônico, grosseiro, antipático, mesquinho e mal educado?

Não!

Absolutamente não.


Sabes por quê?


Porque tenho berço. E em dizer ter berço é dizer tudo.


Filho de um Oficial do Exército, de caserna, duro, introspectivo, reto, ilibado, cônscio, porém dedicado aos filhos e a esposa. Amoroso e educado. Filho de uma mulher meiga, educada, fina, de caráter marcante, amorosa e honesta.


Assim também sou e assim eduquei meus filhos, dentro do que é certo, sem esperar recompensas pelas coisas boas que fizeram, pois isto deve ser uma obrigação de todos e não fazer o correto na esperança de uma recompensa.


E nesta chantagem que vivemos, a hipocrisia é que norteia a maioria das pessoas que veem o mal em tudo.


Não posso chamar uma amiga de amada, pois interpretam como amante.


Não posso chamar uma amiga de querida, pois interpretam como desejo.


Não posso ser educado, pois interpretam como se houvesse interesses outros.


O mundo da hipocrisia, o mundo do faz de contas, o mundo da maldade e do desrespeito. Um mundo fétido e repugnante.


Um mundo em que as pessoas não podem formar laços fraternos de amizades, pois são mal interpretadas.


Mesmo que seja neste mundo virtual, na chamada Blogosfera, pois mesmo aqui os maldosos usando do anonimato se inserem maldosamente, urdem hipocritamente, mas perdem o respeito e a admiração que por eles possamos nutrir. 


O mesmo respeito que nutro por meus leitores, nutro por minhas leitoras. E esse respeito manterei, pois, como diz o velho ditado “enquanto a caravana passa os cães ladram”.




Entretanto além do respeito que a todos devo, um respeito maior nutro por uma mulher. Companheira, parceira, que comigo divide sua vida há mais de 45 anos e a quem não guardo segredos e participa ativamente deste espaço, mesmo que queira ficar no anonimato. Minha amada e única mulher com quem divido meus momentos mais eternizados pela cumplicidade. Sandrinha, meu eterno e único amor.


A todos os meus leitores um belo domingo.

sábado, 7 de outubro de 2017

Em Nome de Deus.





A Noite de São Bartolomeu.




Sem entrar no mérito das Cruzadas, coisa estudada na escola e provavelmente de conhecimento geral que levou os “Demônios de Olhos Azuis”, como eram chamados os Europeus pelos Árabes, a invadirem a dita Terra Santa para de lá expulsarem os muçulmanos e tentar, pela força das armas e da matança generalizada introduzir a fé Cristã, sob o beneplácito deste deus sádico que observa a maldade e não intervém, o que prova ser mais uma farsa religiosa ao estilo de Sauron, de “O Senhor dos Anéis”, vamos ver o que acontecia dentro da Europa Ocidental no período da chamada “Idade das Trevas”, Saeculum Obscurum assim dito por Caesar Baronius em 1602, referindo-se ao período de decadência cultural e econômica que se seguiu ao fim do Império Romano do Ocidente, que vai das cercanias do Século V ao Século IX. Lembrando que a Idade das Trevas está dentro da chamada Idade Média que inicia com a queda de Roma estendendo-se até o Século XV.


Permanecendo no chamado Saeculum Obscurum, vamos encontrar nesse período uma acérrima intervenção da Igreja quanto ao desenvolvimento cultural. Esta proibia tudo, medicina, matemática, astronomia e outros conhecimentos, o que levou a Europa a uma fase de total ignorância e pobreza e abriu um fértil campo para a barbárie, para as superstições e crendices. Mesmo com o passar desse período, avançando outros Séculos, a Igreja mantinha a sociedade sob sua mão de ferro, com ferozes mortandades nas fogueiras da dita Santa Inquisição, que teve seu começo no Século VII na França para combater qualquer pensamento que os católicos achassem heréticos. Coisa que continua até hoje, pois ser contrário a qualquer coisa escrita na bíblia, crivada de erros e maldades, é ser chamado pejorativamente de anticristo e por ai se estende toda a demência dos celerados que fanaticamente seguem esse amontoado de coisas erradas e contraditórias, mas não tem a capacidade de abrirem suas mentes para a razão e a primeira coisa que passa por suas cabeças é uma vontade insana de matar a quem discorde de tais e fantasiosas escrituras.


Com o Renascimento, (Século XIV ao Século XVI), a Inquisição foi ampliada, alcançando outros países, resultando na Inquisição Espanhola e Portuguesa, que vai se estender pela Idade Moderna (1453-1789), principalmente nas Américas onde índios, negros e outros eram forçadamente a se converterem ao catolicismo e nesse caos milhões foram mortos em verdadeiros horrores de torturas, mutilações, castrações e sangrias desnecessárias, mas sob os olhares de um deus incompetente e celerado, que “via” a maldade e em momento algum interferiu. Essas sangrias correram soltas principalmente no Peru e no México, mas também em todo o continente, como o sucedido nos Estados Unidos da América com os negros escravizados, torturados e mutilados e os índios que foram impiedosamente dizimados pelos americanos protestantes que em uma mão levavam a surrada bíblia “suvaquenta” e na outra uma arma para matar homens, mulheres e crianças numa carnificina covarde e infame de fazer inveja a Adolf Hitler e seus séquito macabro. E isto, lembrando que estávamos já no inicio da Idade Contemporânea (1789 até hoje), mas como pretexto usavam as ditas palavras de deus, pois esta não só organizam como incentivam a escravidão, o genocídio e a morte.

            Índio mortos nas Américas, até crianças não eram poupadas.


E o que deus fez? 


Nada.

Cem anos após o Inicio da Idade Moderna, mais exatamente em 1572, em agosto daquele ano na Europa vamos ter um acontecimento digno de registro, fora outros repulsivos acontecimentos travados em nome do inefável senhor que pelo que parece se diverte com a selvageria dos que usam o seu nome, pois mostram bem do que são capazes de fazer, e aí não ficamos apenas com os católicos. A maldade foi generalizada e neste barbarismo os “protestantes” luteranos, calvinistas, batistas e outros também foram hábeis em matar, trucidar, esganar, queimar vivos, castrar, mutilar, torturar. Isto se aplica a esmagadora maioria dos que creem, pois são maus, vingativos e dominados pelas crendices absurdas que encontramos no chamado livro sagrado, dominados por farsantes que se dizem os portadores da boa nova. Boa nova que de tão velha já deveria ter morrido, mas insiste em atormentar, enganar e manter seus cordeiros na mais profunda ignorância, negando o óbvio e pregando o inverídico.




Também os seguidores do Corão dão mostra diariamente de sua violência repulsiva em atentados terroristas, guerras sangrentas, castrações, decapitações e outras maldades próprias dos que creem e pregam o amor e o perdão.





Chegamos então à Noite de São Bartolomeu:



Corria na França o ano de 1572 e Paris, mais tarde conhecida como a Cidade Luz foi o palco principal de uma violência covarde perpetrada em nome de deus. Os católicos, verdugos maléficos desta carnificina afirmam que foram apenas 2.000 mortos, porém os huguenotes dizem que foram aproximadamente 70 mil o número de mortos nesta noite sangrenta. 


Esse massacre ocorreu dois anos após Catarina de Médici ter oferecido uma trégua aos protestantes, mas nessa macabra noite de agosto, nas primeiras horas iniciou o massacre organizado dos protestantes huguenotes e se espalhou por outras cidades, como Toulouse, Bordéus, Lyon e outras.


E o que deus fez?



Nada.


Nada fez pelo mesmo motivo que ninguém consegue cavalgar em um Unicórnio. Porque como vamos cavalgar numa coisa que não existe.


Ah! Dirá um dominado por essas crendices. Não foi deus quem fez o mal. Porém esses criacionistas deveriam saber que, se deus criou o homem, ele criou a maldade animalesca, covarde e sem sentido, pois a sua dita “criatura” em sua esmagadora maioria é a coisa mais sórdida que já pisou na face da Terra. Má, agressiva, genocida, pedófila, corrupta, covarde, intolerante, desumana, prepotente, vil, misógina, racista, homofóbica, sanguinária e extremamente sádica, desonesta e despótica, mas com todos estes adjetivos tem a soberba de se dizer filho de deus.


Quantos agora, neste momento, lendo o que escrevi estão furiosos, rogando pragas para que eu morra, rogando alguma doença grave para me calar, pedindo a seu deus que me puna exemplarmente. É assim que agem os que fanaticamente creem nesse deus maléfico.


Se isso é criatura de deus o demônio poderia se aposentar, pois está bem representado.



Certa vez disse Feuerbach, “o deus do Homem é o próprio homem” e eu completo dizendo que: “o demônio do homem é o próprio homem”.



Não se pode negar que as religiões mais mal fizeram ao mundo do que bem e esse mal tende a crescer desenfreadamente e mais guerras serão feitas em nome desse omisso deus que incentiva a violência e a morte. 

Até quando?

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Jesus – O Engodo.




O judaísmo entende que há uma relação especial entre deus e o povo judeu, em outras palavras podemos entender ser esse deus um deus seletivo. E aqui temos que lembrar que o povo judeu acreditava que cada nação teria um deus próprio, mas que o seu deus Yahweh, era superior aos deuses estrangeiros. Porém com o Exílio Babilônico passam os judeus a acreditar em um deus único (Período Helênico).

            O folclórico Inri Cristo, mas tem seguidores.

O judaísmo vê Yeshua (Jesus) como uma série de falsos messias que surgiram em meio de povos desprovidos de conhecimento e cheios de superstições, o que de fato é inegável. Pois tais profetas deixaram de surgir após Maomé (571/632), os que surgiram depois, como muitos que proliferaram nos últimos anos, devido ao conhecimento humano e científico foram um a um desmascarados. Inclusive temos no Brasil o Inri Cristo (Álvaro Thais) nosso folclóricos Inri, que não passa de uma figura hilária cuja credibilidade não se sustenta. Porém se Inri tivesse surgido na Idade Média o mundo prostrar-se-ia a seus pés, levado pela ignorância e superstições.

            Ainda há apedrejamentos.

Para o Islamismo Jesus também não passa de um profeta, pois os seguidores de Maomé não creem na santíssima trindade, pois se deus é único como estaria separado em três. Então teríamos obviamente três entidades o Pai, o Filho e o Espírito Santo, o que se choca frontalmente com a ideia de um único senhor.

            E esta corja de "sábios" decidiu.

Jesus não nasceu deus, ele foi promovido a este status por Constantino no Concílio de Nicéia ocorrido de 20 de maio a 25 de julho de 325. Até então Jesus era mais um profeta que facilmente cairia no esquecimento, porém Constantino que unificara o Império queria também uma igreja unificada, lembrando que neste Concílio Eusébio de Nicomédia ao tomar a palavra deixou claro que Jesus Cristo nada mais era que uma criatura sem natureza divina. Isto causou um intenso furor entre os bispos que imediatamente, para evitarem uma confusão tão grave decidiram redigir um símbolo de fé no qual afirmaram ser Jesus Cristo a substância do Pai.


Tal Concílio Ecumênico, ou seja, Universal, por livre e espancada vontade de Constantino, que pressionou, ameaçou de exílio, morte e excomunhão os bispos que não votassem conforme sua vontade e essa vontade era fazer de um simples homem mortal como qualquer outro, cuja data de nascimento não é 25 de dezembro, como sendo o próprio deus. Haja paciência.

             Universal coisa nenhuma.


O Concilio, dito Universal reuniu bispos apenas da região do Império, ou seja, jamais foi mundial, pois desconheciam continentes que só foram descobertos mais de mil anos depois, muito menos Universal, pois pelo que consta nos anais desse encontro não havia nenhum bispo de outra galáxia ou planeta, não havia nenhum bispo Klingon ou Vulcano no meio desta “padrecada”. Foi na verdade um Concilio Regional que por ordem de Imperador elevou Jesus um mero homem a categoria de deus.


Sim, pois por mais que escrevam e são milhões de livros e relatos sobre esse judeu nada se pode provar sobre sua passagem pela Terra, pois tudo que se conta são coisas por outros contadas, muito tempo depois de sua suposta morte na cruz, coisas que pelas crendices e superstições já estavam contaminadíssimas, pois quem conta um conto aumenta um ponto e nada do que se diz desse judeu pode ser provada, nem mesmo seus “milagres”.

                 Zé Arigó, operando "milagres".


Pare e pense. Se José Pedro de Freitas, popularmente conhecido como Zé Arigó, que tantos milagres disse ter feito, muitos dos quais que deixaram médicos boquiabertos, operação feitas em público, com um velho canivete, sem nenhuma assepsia é hoje desconhecido da maioria do povo brasileiro, pois caiu no esquecimento, tivesse ele nascido na Idade das Trevas ou antes, seria considerado hoje um semideus ou o próprio.


Cristo também teria caído no esquecimento se não fosse o providencial Concílio que o elevou a categoria de Deus. Mais um dos tantos engodos que a Igreja manipula para manter o povo cegamente preso a ela. Mas continua esse povo hipnotizado por uma historia sem fundamento, acreditando em tudo que a religião habilmente propaga.

            Papa Leão X - Cristo é uma farsa.

Tal é a enganação que muitos adoradores de Jesus não sabem que o Papa Leão X, cujo nome era Giovanni Lorenzo de Medici (1475-1521) dizia abertamente que “A fábula de Cristo é muito lucrativa e que os ignorantes não podiam saber disto”, pois entendia ele que Jesus era mesmo uma fábula e não um homem que existira física ou espiritualmente.

A igreja jamais se posicionou contrária a isto, pois sabem bem que realmente Cristo é a maior fábula dos últimos dois mil anos.