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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Canoas.




Hoje pelo terceiro dia consecutivo nossa cidade de Canoas, a quarta maior cidade do Estado do Rio Grande do Sul, atrás apenas de Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas, com uma população que passa dos 350 mil habitantes, novamente foi atingida por mais uma hora de intensa chuva, que alagou as regiões mais baixas da cidade, as passagens de nível sob a linha do metrô de superfície, alagando também muitas ruas e avenidas, tanto no centro como em alguns bairros.

É um problema que se arrasta desde muito tempo, e as usinas de recalque não deram vazão ao forte toró, rápido, porém violento.

Da sacada de meu apartamento podia ver as extensas filas de automóveis que fluíam lentamente devido ao acúmulo d’água que se formou em ambos os lados mais baixos da Rua Doutor Barcelos, tanto junto a Rua Coronel Vicente como nas proximidades do Shopping Canoas Centro.

Porém vamos ver nossa Canoas sem essas massas d’água que tanto atormentam a cidade principalmente na época das grandes chuvaradas.

Canoas é uma cidade próspera, com um parque industrial de fazer inveja, uma rede de ensino bem estruturado e que conta hoje com três Universidades.

            Vista panorâmica da cidade

         Pracinha no centro, conhecida como Praça do Avião.

            A pracinha do Avião é uma homenagem à
            Base Aérea de Canoas que junto a de Santa
            Maria, ambas no Rio Grande do Sul, defendem 
            o espaço aéreo e naval do Extremo Sul.
               
            Br. 116, que corta a cidade de sul a norte

            Shopping Canoas - Centro
 

            Interior do Shopping Canoas

         ParkShopping Canoas, será inaugurado em abril.

            Bairro Jardim do Lago.

Primeiro plano: Bairro Jardim do Lago.


            Adiada a construção da linha do aeromóvel
            que ligará os dois maiores bairros da cidade,
            Mathias Velho e Guajuviras, percorrendo as  
            Avenidas Rio Grande do Sul e Boqueirão.
 

            Como ficará a Estação Mathias Velho do Metrô
             interligada ao Aéromóvel.
 

            Apesar de morar apenas 400 metros do centro 
            comercial da cidade onde fervilham  lojas, 
            restaurante e lanchonetes, vivo no meio
            do mato, neste edifício.
            Área de preservação, mata nativa e nada 
            mais será construído ao redor.






quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Deus do Homem é o Próprio Homem.





Como é fácil as pessoas falarem em deus. É na hora de um sentimento profundo, na hora de uma despedida, na hora comum onde amigos ou até mesmo desconhecidos partem opostamente pelas carreteiras da vida, é na hora da felicidade ou do infortúnio, é na hora do desespero e da angústia. Porém o fazemos automaticamente por medo, alegria ou desconhecimento, e o que é pior, por pura ingenuidade e costume.


É tão fácil falar em deus que é quase a única opção que muitos têm para externar um sentimento. Uma coisa que se popularizou tanto que muitos falam sem pensar e aí é um verdadeiro festival de graças a deus, se deus quiser, vá com deus, fique com deus, deus isto ou deus aquilo. Como se esse deus tudo observasse e fizesse conforme a vontade alheia.


É aquela mãe zelosa que para esse deus reza em súplicas na hora que seu filho está acamado e muito doente e no desespero apela, apela com força, crente que seu filho será salvo. E será.


Entretanto milhares e milhares de mães, também zelosas rezarão com a mesma intensidade nesta mesma hora e seus milhares de filhos morrerão do mesmo mal.


A primeira ficará eufórica e sua crença nesse deus redobrará, e os demais na angústia, na dor e na tristeza voltarão a orar para esse deus no desespero da tragédia, tentando aplacar a sua dor.


Então é como “se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”. Não há razão, pois se este deus existisse atenderia a todos, mesmo os que não rezam. 


Mas por que ele é seletivo?


Ele é seletivo pela probabilidade e não porque possa existir.



Ele se existisse nem estaria aí para a humanidade, pois o que hoje acontece principalmente na África, onde milhões padecem de fome, milhões de crianças estão há dias sem comida, cadáveres vivos que não tem mais forças de levantar, homens, mulheres e crianças, num verdadeiro circo de horrores morrendo de fome. E onde está esse deus?


É tão subjetiva essa existência que para alguns atormentados esse deus que lhes dá coisas materias como automóveis, casas e até empregos, porém muitos morrem de fome e esse deus em vez de dar um prato de comida a quem morre de fome, dá um automóvel a um iludido que trabalha feito louco, batalha de "sol a sol", deixa muitas vezes de se alimentar condizentemente para juntar tostão por tostão para poder comprar um carro, mesmo que chinfrim, o faz e acredita que foi deus que deu. (Simplórios).



Deus foi uma ideia tão devastadora para a sociedade que em seu nome milhares de guerras foram feitas, e nessas guerras milhões de pessoa morreram violentamente ou ficaram pelos campos muitas vezes dias sofrendo até a morte chegar, entretanto nenhuma guerra foi feita em nome do demônio.


O deus do homem é o próprio homem, disse Feuerbach, e eu completo dizendo que o demônio do homem é o próprio homem. 


Devemos ver as coisas com razão e a razão é na verdade, a máquina que move as sociedades e não um ser etéreo, que precisa de intermediários para dizer que ele existe e geralmente esses intermediários são a escória moral. Vivaldinos, pois os homens de bem não tem a mesma aceitação que esses espertalhões têm. Quanto mais cafajeste, quanto mais ladino e verborrágico, mais conseguem iludir essa massa de verdadeiros condutopatas  que vive em tormentos acreditando em uma danação eterna.



Apelar para deus, orar ensandecidamente ao mesmo tempo em que entope o paciente de remédio é pura ilusão, pois o que salvará serão os remédios e não um deus omisso, vaidoso, vingativo, tão vingativo que condena seus pseudos filhos ao fogo eterno, a sofrimentos e danações eternas. Uma bobagem tão grande, uma bobagem que atormenta os menos privilegiados de inteligência, pois se alguém cometer um crime, será condenado a uma pena em uma prisão, e com o passar do tempo a que foi condenado será libertado e reintegra-se a sociedade, já para esse deus, qualquer pecado é punido com uma danação eterna. Reflita e veja que isto é uma bobagem sem nenhum fundamento. Afinal o que é uma danação eterna? Para quê uma danação eterna. É como se um pai ao ver algo mal feito pelo filho o açoitasse dia e noite, sem parar, por toda a eternidade.


Pecou, coisinha simples, não matou ninguém, porém esse deus mau e vingativo o condenará a expiação eterna. Não faz nenhum sentido. Não há lógica alguma.

Seria deus tão mau para condenar alguém a uma danação eterna?



Deus é uma figura inventada pelo homem para servir de muleta nas horas amargas, porém orando ou não orando as coisas vão acontecer, para o bem ou para o mal, pois a vida é feita de boas ou más opções. A vida é feita de escolhas e de possibilidades.


A doença, os males congênitos, as oportunidade ruins, são tudo acasos da vida. O homem no local errado e na hora errada, ou o homem no local certo e na hora certa. Nada é feito por um projeto de deus, pois deus não seria tão extremamente mau para, em seus planos, condenar milhões ao holocausto ou milhões às doenças e sofrimentos.



Deus não seria tão perverso para condenar antes do nascimento de milhões de crianças a doenças incuráveis e deformidades, a não ser que esse deus seja muito ruim, pois a ruindade está disparada a frente das coisas boas.


Mas milhões de atormentados seguirão um livro que foi copiado de outras lendas e acha que aquilo é a palavra de deus.


Seriam palavras de deus as crueldades efetuadas por Josué que dizia seguir o livro sagrado, pois o deus de Israel assim lhe ordenara?


E em nome deste deus matou com perversidade milhares de homens, mulheres e crianças, até as de colo, pois esse deus o mandara matar em seu nome.



Não seriam palavras de um deus um livro que verte sangue de suas páginas, não seriam palavras de deus um livro tão contraditório. 

Jamais seriam palavras de um deus, um livro tão mesquinho e repleto de inverdades, contradições e maldades.


Mas cada um escolhe sua vida e num futuro não muito distante mudarão de religião e passarão a não mais acreditar em Cristo, que para a maior parte da humanidade não passa de mais uma figura de retórica.


Vejo aqui dentro de meu Brasil, milhares de ensandecidos crentes, que viviam falando em Cristo, chorando por Cristo e afirmando que o nome de Cristo tinha poder, e hoje, convertidos ao Islã, deixaram de crer neste Cristo.


Como se explica isto?


Como funciona a mente humana?


Lembrem-se que dentro de alguns séculos todas essas figuras mitológicas serão estudada nas escolas como hoje nós estudamos o panteão grego ou romano, com seus milhares de deuses, ou as religiões egípcias com seus deuses meio homens, meio animais, os deuses zooantropomórficos.


Haja paciência.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Pedras do Silêncio





Lendo e vendo as fotos do Blog “CASA DE MADEIRA - acasademadeira.blogspot.com” de nossa amiga Janicce, sobre o Esculturas Parque PEDRAS DO SILÊNCIO, em Nova Petrópolis, fiquei motivado a ir conhecer este local maravilhoso onde esculturas embelezam este Parque organizado, limpo e lindo em que, como se brotassem do solo as escultura nos remetem ao belo e encantador. 

Vale a pena visitar.

Assim sendo, neste domingo, acompanhado de Sandra, fui ver tal maravilha que nos revela em nuances próprios e fascinantes a saga do povo alemão que veio para o sul do Brasil numa aventura épica, cheia de percalços, muito trabalho, perseverança e coroado no final com êxito, impregnando a Serra Gaúcha com sua cultura digna de ser contemplada e entendida.

Foi um domingo maravilhoso que além de Nova Petrópolis ainda fomos a Gramado e óbvio que tanto na ida como na vinda passamos para saborear um excelente café na famosa Tenda Umbu, aonde como sempre fomos bem recebidos e atendidos com educação e esmero por seus proprietários. 



As fotos falam por si só, mas fica aqui registrado o meu muito obrigado a Janicce por ter nos dado a inspiração de visitar tal lugar que enche não só os olhos como o coração de quem admira a arte e a cultura.





























Como não podia deixar de mostrar o nosso Guardião dos Pampas, o quero-quero, pois quando em vez termino minhas postagens com um:

Fui campo a fora tapado de quero-quero.