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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Golpe


Provavelmente a maioria dessa gurizada que sai às ruas fazendo manifestações políticas ou enche as redes sociais de bobagens e ataques ao Governo Federal por conta do que acontece na Petrobras não sabe quem foi Paulo Francis. Assim como um grupo expressivo de adultos alienados que também fica no ôba-ôba dizendo bobagens feito papagaio, e que não tem conhecimento de economia, nem de política, mas se acham doutores no assunto.

Para refrescar a cabecinha desses que pensam que entendem alguma coisa de política vamos dar apenas um refresco.

                    Paulo Francis

Paulo Francis, entre mil outras coisas foi correspondente da Rede Globo em Nova Iorque.

Logo da Globo?

Sim! Desta mesma Rede Globo que vive conspirando contra o Governo Federal, esta mesma Rede Globo que apoiou a ditadura militar, seus desmandos e suas torturas. Esta mesma Rede Globo que elegeu Collor.

Esta mesma Rede Globo que conspira contra as coisas nacionais em favor do grande capital internacional.

Pois bem. Pasmem-se senhores críticos de plantão.


Paulo Francis morreu em 4 de fevereiro de 1997 e naquela época já havia sido processado por diretores da Petrobras por denunciá-los por “ROUBALHEIRA”. Isto tudo no governo Tucano FHC e Bando, e também governos anteriores. Não podemos esquecer que durante a Ditadura Militar não se podia falar. ?????

Disse certa vez em uma entrevista que desde que a Petrobras foi fundada serviu apenas para dilapidar a Nação e tratar a pão de ló um punhado de parasitas que se locupletavam roubando a empresa.

Porque só agora fazem esse estardalhaço. Estardalhaço bem orquestrado. E aí um exército de inocentes úteis faz o serviço sujo, manobrado pela direita raivosa que quer porque que privatizara a Petrobrás. Quer porque quer o Governo.

Direita Raivosa travestida de nacionalista que quer entregar as riquezas do Brasil para grupos internacionais.

Será que o povo não tem capacidade de enxergar o golpismo nessas manifestações? 

Será que o povo não tem capacidade de ver quais os reais motivos de tanto alarde sobre a Petrobras?

 
                                  Salvador Allende

Movimentos iguais a esses que ocorrem no Brasil ocorreram no Chile em 1973 e que culminou com o assassinado de Salvador Allende e jogou o país na mais brutal ditadura, onde milhares de pessoas foram assassinadas.

                Massa de manobra.

Será que esses inocentes úteis não percebem que essa grita contra o Governo Federal está sendo orquestrada por que quer tirar proveito da própria Petrobras.

As contas deles estão minguando e o que eles querem e reavivá-las. Não fazem isso para moralizar o Brasil, fazem isto porque foram alijados dos ganhos fáceis de dinheiro público.

Que povo é esse?

Ou muito alienado ou muito conivente com os inimigos externos que, como aconteceu no Chile até financiaram empresários para fechar suas empresas, demitir funcionários o colocar a culpa em Salvador Allende. Uma pratica bem conhecida dos nazistas.

O mesmo está acontecendo na Venezuela, e logo-logo acontecerá na Bolívia.

                Eles fazem o serviço sujo, e os burgueses se divertem

Acordem, saiam do marasmo, aprendam a entender as entrelinhas dessa batalha pelo poder e veja que, principalmente a Rede Globo é quem encabeça essas acusações, ao ponto de denunciarem corrupção de diversos políticos, porém nunca dizem o partido do corrupto, pois assim vai minando o povo que passa a pensar que tudo o que acontece é por conta do partido do governo.

Denunciaram a corrupção no Governo do Estado do Mato Grosso, no último Fantástico e em nenhum momento disseram que quem governa aquele estado é o PR, assim o povão ignorante vai pensando que tudo é culpa do Partido que está no Governo Federal.

Entendeu ou quer mais amiúde.

Aprendam a pensar.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Cegos e Caolhos.


15 Mil Cegos e 15 Caolhos.

Aterrorizado pelos turcos seljúcidas, o Rei da Armênia desistiu de suas possessões em favor do Imperador Basílio II. O Império do Oriente tornava-se assim, o Estado mais poderoso do Mundo.



Da Itália do Sul a oeste, até os confins da Armênia, a leste, ele incluiu a totalidade da Bulgária e da Grécia ao seu Império.

O Imperador Basílio II, que levou Constantinopla aos píncaros do poder é uma personalidade excepcional. Hábil, porém cruel, os problemas culturais não lhe interessavam; somente o poder o apaixonava. Coroado com a idade de dois anos, para só governar a partir do ano 976 quando já tinha 18 anos de idade, teve neste período de juventude consagrado a aprendizagem política e administrativa.

No íntimo seu principal objetivo era o de enfraquecer o grande poder de uma nobreza opulenta e também dos grandes proprietários de terras; em primeiro lugar os grandes proprietários da Ásia Menor.

A arrogância deles provocou, com efeito, em diversas ocasiões rebeliões, as quais chefiaram sem hesitar e que puseram em perigo, não só o equilíbrio do Estado, como até a estabilidade do trono.


Os vastos domínios que lhes confiscou, Basílio II entregou aos camponeses e também castigou os facciosos com pesados impostos, destinado a reduzir suas posses. Assim fortaleceu o poder central às custas do feudalismo. (Pena que isto não acontece aqui).

Exteriormente, o fim permanente de sua política, foi defender e aumentar as fronteiras do Império.

João I Tzimisces ou João I Curcuas já havia tomado dos muçulmanos a Síria e a Palestina do Norte; na Itália uma outra vitória, desta vez sobre um exército de lombardos e normandos, havia assegurado a conquista deste país. Durante anos a guerra contra os búlgaros manteve-se com intermitência.

Foi Basílio quem primeiro combateu o Tzar Samuel ou Samuil da Bulgária, em 996. As vitórias foram se revezando, ora a um ora a outro. Porém em 1014, Basílio infligiu aos búlgaros uma desastrosa derrota, onde fez milhares de prisioneiros.


Levado pela raiva mandou que furassem os olhos de 15 mil inimigos, porém 15 prisioneiros tiveram apenas um olho vasado, para que conseguissem conduzir o exército de cegos e os mandou de volta para a Bulgária. O Tzar búlgaro ficou tão estarrecido com a atroz vingança que teve um “piripaque” e morreu.

Atos como esse, eram para aterrorizar os inimigos e davam resultados.


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Mao Tsé-tung



Antes de qualquer outra coisa cabe aqui explicar que o nome Mao, é o nome de família, para nós é o sobrenome, sendo que Tsé-tung é o primeiro nome. Na cultura ocidental seria Tsé-tung Mao. 

                       Tsé-tung

Mao Tsé-tung contava com oito anos de idade quando foi pela primeira vez a capital da Província de Changcha, foi nesta época que a Guerra dos Boxers, também chamada de Movimento Yijetuan, movimento antiocidental, que queria fora da China todos os estrangeiros que a exploravam e principalmente o cristianismo que tanto mal provocou dentro do país, fora sufocada pelos britânicos, porém Tsé-tung jamais viu uma guarnição britânica nesta província, mas seu velho avô, que havia ido viver com o filho Mao Kuo-fang, sofria muito com a ideia de ver tropas estrangeiras na sua Província de Hunan.


O velho ancião passava horas conversando com o neto Tsé-tung, que era um menino estranho, pois não se parecia com os irmãos. Os vários irmãos de Tsé-tung eram grosseiros, estúpidos e fortes, já o neto preferido e o mais novo tratava-se de uma criança fraca, que parecia não crescer, mas tinha uma inteligência prodigiosa, completamente diferente dos demais.

                  Tsé-tung

Seu avô a muito custo convenceu seu filho Kuo-fang que deixasse Tsé-tung, seu neto predileto estudar, e para tal contratou um professor que passou a ensinar o menino que imediatamente aprendera vários caracteres mandarim, ler e recitar poemas e versos.

O pai Kuo-fang, simplesmente odiava aquele filho, visivelmente diferente dos demais o que fazia Kuo-fang, não só tratar com rudeza o menino como a sua esposa, a qual com frequência agredia, muitas vezes na presença do filho fraco e sensível.

O menino com nove anos compôs duas poesias que o velho avô enviou-as ao vice-rei Chang Ching-tung, porém nenhuma delas recebeu resposta.

Em 1903 morreu seu avô e protetor, quando seu filho Kuo-fang se deu conta que o velho pai não havia lhe deixado nada em herança descontou seu ódio no pequeno filho Tsé-tung,  que contava nessa época doze anos, de quem tirou todos os livros, tintas e papéis e fê-lo trabalhar de sol-a-sol em suas terras, nos trabalhos mais rudes e desagradáveis e com ração reduzida, ou seja, uma xícara de arroz ao dia. Os empregados recebiam mais arroz e um ovo ao mês, mas isto para Tsé-tung nunca acontecia, jamais comia um ovo.

Seus estúpidos e rudes irmãos que tinham imensa inveja de Tsé-tung, por esse ser o protegido do falecido avô, também começaram a descontar seu ódio no menino, e aos empurrões e tapas botavam o fraco irmão a trabalhar junto aos trabalhadores mais rápidos e o obrigavam a acompanhar o trabalho dos outros, caso contrário apanhava e muito dos próprios irmãos.

Cada vez mais foi se calando, com ninguém conversava, porém em seu interior muitas coisas começaram a mudar. Se tornou introspectivo e triste.

Uma noite, aos treze anos não voltou dos campos para casa e fugiu estrada a fora, não queria mais viver junto a quem tanto o odiavam e maltratavam.

Durante a noite vagando pela estrada foi encontrado por um pobre campesino que o recolheu a sua cabana e o alimentou.

                Exército Revolucionário Chinês

Esse pobre camponês, apesar da extrema pobreza, não perdia o entusiasmo e pertencia a uma das inúmeras sociedades secretas e se preparava para uma revolução.

Foi na cabana desse camponês que Tsé-tung tomou conhecimento de ideais revolucionárias junto às diversas reuniões que durante a noite assistia no escuro, quieto sentado ao chão, em um canto daquela miserável vivenda.

Três semanas depois de sua fuga, em uma noite a polícia cercou a cabana e prendeu todos os revolucionários, inclusive o menino Tsé-tung, que ao ser reconhecido por um policial foi entregue na manhã seguinte a seu pai, o qual o açoitou violentamente, com ódio e maldade, em público e prendeu o menino que passou dias encarcerado em um cubículo, quase sem comer e sem receber uma nesga de sol.

Sua mãe não mais aguentando os mal-tratos impostos por Kuo-fang, acabou suicidando-se.

Mais uma vez o menino se via mais solitário, abandonado e remoendo seus pensamentos.

Em 1906, a colheita do arroz foi catastrófica nas províncias de Hunan e Kiangsi. Aproveitando-se dessa situação Kuo-fang elevou drásticamente o preço do arroz e a fome começou a se pronunciar em todos os distritos.

                A Grande Marcha para a tomado do poder (1949). 

O povo faminto assaltou alguns armazéns, inclusive o de Kuo-fang e ele mesmo foi feito refém dos rebelados. Após violenta repressão Kuo-fang recebeu o cargo de Juiz-de-paz, com poderes de decidir e reprimir.

                        Mao Tsé-tung e Liu Shao-shi

Muitos de seus vizinhos foram falsamente acusados por Kuo-fang de terem participado dessa revolta e todos foram decapitados, sendo que Kuo-fang além de tudo ainda tomava suas terras, acrescentando-as a sua já imensa propriedade.

A tudo Tsé-tung observava com ódio e muitos pensamentos de revolta e só não foi também decapitado porque seu pai mandou prendê-lo em casa. Mas tinha vontade de fazê-lo.


Para livrar-se de pagamento de salários a seus próprios empregados, Kuo-fang, os acusou de terem participado dessa revolta e quase todos também foram decapitados e suas cabeças expostas nos moirões das cercas de suas terras.

Horrorizado, aos prantos e gritos Tsé-tung ao ver aquela cena chocante tentou suicídio, arrojando-se em um poço. Salvo por alguns trabalhadores que haviam sido poupados por seu odioso pai, foi levado para casa e nesta permaneceu muito mal até o ano seguinte quando melhorou do que o seu rude pai chamava de transtorno nervoso.

Para evitar mais problemas seu pai aceitou enviá-lo para Changcha e matriculá-lo numa escola.

                      Liu Shao-shi

A partir daí a vida do menino fraco começou a mudar, pois nesta escola encontrou outro menino prodígio chamado Liu Shao-Chi, e tornaram-se amigos inseparáveis, juntos conduziram o povo chinês a maior revolução da história da China ou da própria humanidade, onde milhões e milhões de camponeses pobres, explorados e famintos conquistaram o poder em 1949, dando início a República Popular da China, cujo seu grande timoneiro foi o menino fraco chamado Mao Tsé-tung, que desde tenra idade aprendeu vendo em seu próprio pai o exemplo da própria maldade. Maldade de uma elite burra, atrasada, reacionária formada pelos grandes proprietários de terras. 


De um pais extremamente atrasado, onde a fome matava milhões de pessoas por ano, de um povo que há milênios sofria os desmandos dos proprietários de terras, pais que por qualquer motivo um homem era decapitado, como acontecia no final do Século XIX e início do Século XX, onde, principalmente a soberba inglesa mantinha o povo na maior penúria, açoitando e decapitando pelo simples prazer de se mostrarem superiores a China sob a liderança do Partido Comunista é hoje a segunda maior economia do mundo. Por enquanto.



Jamais Tsé-tung voltou a sua casa e jamais voltou a ver o seu odioso e perverso pai Kuo-fang.

Mao Tsé-tung faleceu em 1976, aos 82 anos.








sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Barra do Quaraí - Saladero de la Barra


Na Barra do Quaraí, quando ainda se chamava Cuareim, havia o histórico Saladero, (matadouro) que funcionou até 1930, que em decorrência da quebra da Bolsa de Nova Iorque, na chamada Quinta-feira Negra, teve suas portas fechadas. 

             Foto pertencente a meu acervo. Clique sobre a foto

Nesta foto dos anos 20 podemos observar seus antigos trabalhadores num momento épico, onde esses bravos proletários foram registrados descontraídos em algum acontecimento local.

              Don Pio Aurélio de los Santos

Seu último “Capataz”, foi Don Pio Aurélio de los Santos, nascido em Paisandú, en la República Oriental del Uruguai, que casado com Doña Maria Dolores de los Santos Haoys, nascida en Concórdia, en la República Argentina, tiveram entre outros filhos, Don Mário Ariel de los Santos, nascido ainda en la Barra, en el año 1929.


              Doña Maria Dolores (Maruja) 

Don Mário que em Uruguaiana casaria com Maria Isaura teve quatro filhos, sendo que a filha mais velha Sandra Mara de los Santos Teixeira está há mais de quarenta anos comigo casada, de qual casamento nasceriam os nossos três filhos Franco, Monica e Fábio de los Santos Teixeira.

No ai duda alguna, pero Sandra és igualsita a sua abuelita Doña Maria Dolores, la abuela Maruja, pero és mucho más parecida com  sua tia Maria do Carmo de los Santos Morais, conhecida como Tita.

Por tal parecença, muitos sustos alguns levaram ao verem Sandra em Uruguaiana, após a morte de sua tia Tita, achando estarem vendo alguma coisa de outro mundo.

Cenas embaraçosas e até hilárias, como o caso de uma moça que ao dar de cara com Sandra correu aos gritos para dentro de casa pensando estar vendo a falecida.

Temos muito carinho com la Barra, afinal de contas foi neste pedacinho do Brasil, neste cantinho do Rio Grande do Sul que nasceu o pai de Sandra, Don Mário, portanto as raízes de nossos filhos pelo lado de Sandra estão bem clavadas en la Barra.

NOTA - Maruja em espanhol se pronuncia - "Marurra".

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Violência Religiosa


Pogroms é uma palavra de origem russa que significa “Causar estragos, destruir com violência”. O primeiro Pogrom que se tem registro ocorreu em Odessa em 1821, entretanto incidentes como esse já ocorriam principalmente na Europa Ocidental há muitos séculos, quando judeus eram caçados como animais, açoitados, torturados e milhares eram enterrados vivos, numa insanidade cristã de fazer inveja aos Islâmicos do Exército Isis ou do Boko Haran.

Essa prática de intolerância comum na Alemanha no período nazista era, como acontecia anteriormente em outros países incentivadas pelo governo e pela polícia.

Na Alemanha havia o ressentimento econômico, social e político contra os judeus, além das fantasias religiosas e Hitler vivia dizendo ser um enviado de Deus para limpar a humanidade da presença dos judeus.


video


Quando da invasão da União Soviética pela Wehrmacht, a máquina de guerra alemã, grande parte do povo ucraniano voltou-se contra a própria União Soviética, da qual fazia parte e iniciou uma série de pogroms contra os judeus para agradar os alemães.

Milhares de judeus ucranianos foram mortos; mulheres e meninas estupradas, centenas enterrados vivos.


Entretanto após uma visita de Hermann Göring à Ucrânia as coisas começaram a mudar e os alemães começaram a escravizar e matar ucranianos, mesmo os bajuladores.

Hoje, muitos que ainda vivem na Guerra Fria, por ranço ideológico ficam com peninha do que está acontecendo na Ucrânia, mas nada acontece de graça. A vida é um bate e volta.

                      Umbanda perseguida pelos evangélicos.

Assim como vejo agigantar-se no Brasil as forças do mal, forças malignas que estão fazendo aqui os mesmos pogroms tão odiosos, como por exemplo, o que aconteceu em Pilares, no Rio de Janeiro, aonde uma pastora evangélica agrediu e tentou atear fogo na própria patroa que é umbandista, e teve a ousadia ou tremenda hipocrisia e cara-de-pau de dizer que “estou sempre feliz, pois tenho Jesus em meu coração”.

E isto não é um caso isolado, cuidem-se, pois entre outras coisas o radicalismo religioso leva à loucura.

Não estamos livres de ver o Brasil transformado num Califado aos moldes dos fundamentalistas islâmicos, só que liderado por cristãos fundamentalistas.

Durma-se com tanta hipocrisia e falsidade.


Pois as religiões no poder mostram suas garras malignas como sempre aconteceu na história das religiões. Nenhuma delas é santa, todas, conforme vão se tornando fortes vão radicalizando como ocorreu na Idade Média, onde a “padrecada”, mandada por uma “bispaiada” afetada, matou milhares e milhares de pessoas, muitas com requintes de perversidade inimaginável.

Cuide-se o Papa, pois forças antagônicas a sua prática limpa e humanística devem estar conspirando nos bastidores, o que não seria de admirar, pois muitos foram execrados por ter um comportamento reto e digno entre os lobos.

O que aconteceu realmente com João Paulo I?

Além disto, aparece na Internet alguns evangélicos pregando a pena de morte para os ateus e outros que não são de sua religião.

Boçalidade é o que não falta.

Temos é que nos cuidar desses tararacas.





segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Búfalo


Assim que o cavalo foi domesticado, há pelo menos 5.500 anos, passou a fazer parte da história, afinal de contas o mundo não seria o que é sem a presença deste animal belo, elegante e valente.


Durante muitos séculos foi a grande e decisiva arma nas guerras travadas pelos homens, e dizem que os cavalos são irracionais, mas eles nunca fizeram guerras, foram levados a essas mesmo não sendo de sua vontade, e aos milhares ficavam pelos campos de batalhas, abandonados, mortos, feridos, com patas quebradas, a mercê da própria sorte, pois se nem mesmos os soldados eram assistidos, quanto mais um cavalo. Uma brutalidade encontrada no meio dito humano, pois também os soldados feridos e quebrados eram abandonados à própria sorte.


Valente e destemido foi peça importante na decisão de batalhas, coisa impensada hoje, mesmo existindo os Regimentos, Batalhões e Companhias de Cavalaria de Guarda, o cavalo perdeu seu espaço nas guerras para os blindados, servindo apenas para equitação e demonstrações.

Lembrando que em 1939 a pobre Polônia ante a agressão nazista lançou mão de sua cavalaria e essa foi dizimada pelos blindados alemães.

A Cavalaria estava com seus dias contados.

Muitos exércitos, por tradição mantém o nome de Cavalaria para as Unidades Blindadas, porém de cavalo só ficou a lembrança de épocas que esse animal ia à frente dos exércitos, montados por corajosos cavalarianos, para decidir as batalhas.


Entretanto o Brasil inovou, e inovou com o uso de outro animal. Um animal grande, pesado, feio, de aspas enormes, e pele negra, o que na floresta o torna menos visível, o búfalo.



Búfalo?


Sim, o búfalo, esse animal pesado, lento e desajeitado, agora faz parte também das atividades bélicas e policiais dentro da Amazônia.


Serve para a Polícia Militar do Pará fazer suas patrulhas e rondas, onde os cavalos não alcançam ou as máquinas não conseguem atuar, lá estarão os búfalos servindo de montarias, atravessando brejos, alagados, igarapés e rios.


No Exército, ganhou até uniforme, e além de transportar material bélico dentro da floresta úmida, ainda auxilia os soldados com seus equipamentos pessados na transposição de cursos d’água, pois apesar de grande é ágil dentro d’água, transformando-se em grande nadador, é forte, é adaptado ao meio ambiente, é silencioso, pois também a surpresa faz parte das táticas de guerra.


Seu uso dentro de áreas remotas da Amazônia torna mais ágil a máquina de guerra brasileira e suplanta quaisquer outros meios nessas áreas de florestas fechadas e alagadas.


Muitos ao ver esses animais dentro da floresta, uniformizados e carregados de material bélico devem ficar apreensivos, pois o bichinho assusta, mas são obedientes e mansos com os militares, pelo menos com os nossos.




O BÚFALO, nosso trator selvagem, se embrenha na floresta e marcha ao lado dos combatentes o que é uma vantagem para a defesa de nossa Amazônia.



domingo, 15 de fevereiro de 2015

LIBRAS


A Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – é a língua de sinais, ou seja, língua gestual, usada por surdos dos centros urbanos brasileiros e reconhecida por lei.


Bueno, não vou me estender, pois este é um assunto ricamente exposto em livro e na própria Internet.

Vou apenas relatar um caso hilário que ao mesmo tempo deixou-me morrendo de vergonha devido a uma brincadeira que fiz em uma reunião pedagógica de uma escola em que trabalhava à noite, no município de Esteiro.

Certa feita a escola estava para receber um aluno deficiente visual então a Equipe Diretiva fez uma reunião com todos os professores para falar sobre o caso do aluno deficiente que chegaria à escola, momento em que foram expostos todos os problemas e o que os professores deveriam fazer com aquele aluno, repito com cegueira, pois não tinha nem baixa visão nem próximo a cegueira, era cego mesmo.


Alguns professores opinaram e deram ideias, momento em que pedi um espaço e disse a todos que para mim não seria problema, pois havia feito um curso de LIBRAS.

Tche, eu estava brincando, pois libras como foi visto acima é língua para mudos, pois cegos não podem ver nada, nem sinais.

Porém todos me olharam sérios e impressionados, momento em que a Supervisora disse alto e em bom tom:


- Viram colegas, o professor Pedro é um verdadeiro mestre, pois conhece várias áreas, é um professor com muitos conhecimentos o que nos auxiliará muito na educação deste “Deficiente Visual”.

E todos ali presentes concordaram e foram vários comentários:

- Que beleza.

- Que maravilha.

- Muito bem.


E eu procurei um buraco para me esconder, pois nenhum entendeu a brincadeira ou confundiram LIBRAS com Braile.

Fui.

Tapado de vergonha alheia.