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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Violência Religiosa


Pogroms é uma palavra de origem russa que significa “Causar estragos, destruir com violência”. O primeiro Pogrom que se tem registro ocorreu em Odessa em 1821, entretanto incidentes como esse já ocorriam principalmente na Europa Ocidental há muitos séculos, quando judeus eram caçados como animais, açoitados, torturados e milhares eram enterrados vivos, numa insanidade cristã de fazer inveja aos Islâmicos do Exército Isis ou do Boko Haran.

Essa prática de intolerância comum na Alemanha no período nazista era, como acontecia anteriormente em outros países incentivadas pelo governo e pela polícia.

Na Alemanha havia o ressentimento econômico, social e político contra os judeus, além das fantasias religiosas e Hitler vivia dizendo ser um enviado de Deus para limpar a humanidade da presença dos judeus.


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Quando da invasão da União Soviética pela Wehrmacht, a máquina de guerra alemã, grande parte do povo ucraniano voltou-se contra a própria União Soviética, da qual fazia parte e iniciou uma série de pogroms contra os judeus para agradar os alemães.

Milhares de judeus ucranianos foram mortos; mulheres e meninas estupradas, centenas enterrados vivos.


Entretanto após uma visita de Hermann Göring à Ucrânia as coisas começaram a mudar e os alemães começaram a escravizar e matar ucranianos, mesmo os bajuladores.

Hoje, muitos que ainda vivem na Guerra Fria, por ranço ideológico ficam com peninha do que está acontecendo na Ucrânia, mas nada acontece de graça. A vida é um bate e volta.

                      Umbanda perseguida pelos evangélicos.

Assim como vejo agigantar-se no Brasil as forças do mal, forças malignas que estão fazendo aqui os mesmos pogroms tão odiosos, como por exemplo, o que aconteceu em Pilares, no Rio de Janeiro, aonde uma pastora evangélica agrediu e tentou atear fogo na própria patroa que é umbandista, e teve a ousadia ou tremenda hipocrisia e cara-de-pau de dizer que “estou sempre feliz, pois tenho Jesus em meu coração”.

E isto não é um caso isolado, cuidem-se, pois entre outras coisas o radicalismo religioso leva à loucura.

Não estamos livres de ver o Brasil transformado num Califado aos moldes dos fundamentalistas islâmicos, só que liderado por cristãos fundamentalistas.

Durma-se com tanta hipocrisia e falsidade.


Pois as religiões no poder mostram suas garras malignas como sempre aconteceu na história das religiões. Nenhuma delas é santa, todas, conforme vão se tornando fortes vão radicalizando como ocorreu na Idade Média, onde a “padrecada”, mandada por uma “bispaiada” afetada, matou milhares e milhares de pessoas, muitas com requintes de perversidade inimaginável.

Cuide-se o Papa, pois forças antagônicas a sua prática limpa e humanística devem estar conspirando nos bastidores, o que não seria de admirar, pois muitos foram execrados por ter um comportamento reto e digno entre os lobos.

O que aconteceu realmente com João Paulo I?

Além disto, aparece na Internet alguns evangélicos pregando a pena de morte para os ateus e outros que não são de sua religião.

Boçalidade é o que não falta.

Temos é que nos cuidar desses tararacas.





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