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terça-feira, 19 de maio de 2015

Criação Divina?


Esse animal desapiedado, que mata a própria cria, de maneira cruel para se livrar do peso, que mata a própria cria para se livrar de constrangimentos, tem a petulância, a extrema arrogância e pretensão que beira a demência de se dizer filho de um deus.

Que deus?

Um deus que erra em suas criações.


Um deus que sabendo do passado, do presente e do futuro continua errando, e acaba com tudo e depois recria o mesmo erro.

Um deus que se arrepende de ter feito as coisas e as recria sabendo que tudo vai dar errado.

Um deus que tem como filhos um serzinho rude, brutal, intolerante, nervosinho, genocida, ganancioso, pedófilo, fofoqueiro, mal educado, larápio, ladrão, corrupto, pretensioso, vaidoso, estuprador, tendencioso, preguiçoso, maldoso, ardiloso, soberbo, e milhares de outros adjetivos, como trapaceiro, ganancioso, dono da verdade, mentiroso e político.

Tem como filho um animal fedido, nojento, asqueroso, que basta não tomar um banho por algum tempo para ficar mais mal cheiroso que qualquer outro animal. Um serzinho insignificante que tem as fezes mais fedidas do reino animal, um serzinho prepotente que acha que é o suprassumo da natureza, tão pequeno e arrogante, tão insignificante e soberbo que se acha uma criação divina.


Um serzinho cheio de vaidade que para ele o que vale é o ter e não o ser.

O dinheiro é que vale.


A riqueza, as posses.

Bicho rude que mede as pessoas pelas vestimentas, pelo automóvel, por onde mora, pela posição social.

Serzinho nojento que vomita, escarra, faz 1 e 2 conforme qualquer outro animal, mas tem a petulância de se dizer sangue azul.

Pior que os abobados aceitam que existam os nobres escolhidos de sangue azul.

Serzinho que tem suas crias conforme qualquer outro mamífero, cheio de gosmas, líquidos fedidos e outras coisas também nojentas.

Que filho de deus é esse que apodrece, adoece, sente dores, tem diarreias e solta gases, mas não sente pena nem remorso.

AH, dirá a meiga e sensível criatura.

- Eu não solto gases.

Sim, é claro. Isto acontece porque existem dois tipos de pessoas, as que soltam gases e as mentirosas.

Que filho de deus é esse que para se dar bem na vida rouba até da merenda escolar.

Que filho de deus é esse que agride moral e fisicamente, que tortura e mata.

Que deus teria um filho que transfigura as próprias parceiras, que mata a mãe de suas crias, que mata a sua própria cria.


Que filho de deus é esse que agride os próprios pais e filhos, que censura.

Que mede as outras pessoas olhando de cima.

Que filho de deus é esse que repara a vida alheia, que usa drogas, que assalta, que desrespeita os mais velhos, que pisa em cima dos outros.

Que filho de deus é esse que não respeita as leis dos próprios homens, porque são essas as que valem e não as leis que dizem terem sido criadas por esse ser supremo.

Que filho de deus é esse que vive cuidando da vida dos outros e esquece que a vida seria bem melhor se cada um cuidasse da sua.


Nariz empinado, arrogante, mandonista e sarcástico.

Vingativo e cruel.

Veja. Agora mesmo quantos estão me rogando pragas, pois querem a minha morte porque eu estou indo contra o que eles acham que é verdade absoluta.

Isto é pura e requintada presunção e maldade.

Sempre vai aparecer alguém se dizendo mais importante e desejando a morte dos outros.


É como diz o Professor Mário Cortella, quando alguém te perguntar:

- Sabes com quem estás falando?

Devemos responder perguntando:

- Tens tempo?

Sim. Pois para dizer da pequenez de quem faz tal e absurda pergunta deverá ter muito tempo para ouvir que é um nada diante da grandeza do Mundo, do Sistema Solar, ou do Universo. Que nada mais é que poeira de estrelas, nada mais é que uma mutação de bactérias. Não digo evolução de bactérias porque muitos não são mais desenvolvidos do que elas.

Que é efêmero, que é um nada que passa.

Que é apenas 0,6% diferente de um chimpanzé, mas se acha a coisa mais maravilhosa da natureza.

Completa Cortella, dizendo:

- Tu és o vice treco do sub troço.

Somos um nada cheio de arrogância.

Leia o post “Na Clínica”, publicado em 1º de novembro de 2013, e veja o quão todos nós somos insignificantes.

O homem é tão criação divina que se tirarmos ele do planeta falta alguma fará, entretanto se tirarmos as simples abelhas a natureza correria o risco de deixar de existir.


Se tirarmos esse serzinho pretensioso, autodenominado humano, esse substrato de nada do mundo, a vida dos outros animais continuaria da mesma maneira e melhor, entretanto se tirarmos da natureza os insetos o mundo se transformaria num caos absoluto.

Se tirarmos a humanidade do planeta este agradeceria, porém se tirarmos as bactérias do planeta a vida terminaria.

Portanto é muita pretensão deste serzinho prepotente se dizer filho de um deus.

Dizer-se uma criação divina perfeita, quando o ouvido do cachorro e de muitos outros animais são extremamente mais eficientes, quando os olhos de qualquer ave são muitíssimo mais eficientes, quando o olfato de muitos animais é muito mais eficiente e quando o paladar da maioria dos animais ditos irracionais é bem mais eficiente.

Uma mariposo pode sentir o cheiro de outra mariposa até duzentos quilômetros de distância, já o bicho homem não sente nem o seu mau cheiro.

Uma coisa ridícula se achar o tal.

Uma coisa que beira a total demência.


Serzinho prepotente.

Serzinho que inventou uma porção de historinhas ridículas e pueris e para dar credibilidade diz que foi um ser supremo que as engendrou. E o pior é que a esmagadora maioria acredita cegamente e não contesta.

A maioria não contesta porque assim foi criada, ouvindo e ouvindo, o que com o tempo passou a acreditar piamente ser uma verdade absoluta, porque lhe falta discernimento, conhecimento, razão e coerência. Grande parte compõe-se de pessoas boas e educadas, porém não conseguem se libertar do que há milhares de anos vem sendo repetido.


A velha cantilena dita pelos lideres religiosos: Se és contra o que diz a Igreja, és contra deus. Ou seja, o medo é o que impera. Baixam a cabeça e dizem amém para qualquer sandice, para qualquer tresloucado que diz ouvir vozes do além.

Mas tenho esperança que um dia a humanidade desça deste pedestal rompante. Que um dia o homem venha, a saber, que é tão importante quanto qualquer outro ser vivo deste planeta e que sem eles nós não estaríamos aqui.


Podemos ir mais longe e muitos ficarão entorpecidos em saber que se não fossem as simples bactérias não existiria vida no planeta, pois foram elas que deram ao planeta Terra condições de abrigar vida. Sem elas, nossas necessidades básicas não seriam possíveis, pois essas insignificantes formas de vida para muitos prepotentes são as que possibilitaram a formação da atmosfera livre de gases venenosos, que possibilitaram águas puras, que possibilitam nossa digestão e outras necessidades naturais sem as quais seria impossível viver.

Ainda bem que existem esses “deusinhos” chamados de bactérias.


Elas são imprescindíveis. 

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