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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Pelotas – Meio Século Passou.



Estas cinco fotos tirei há cinquenta anos e retratam a Pelotas pacata da época, uma época de encantos, de sonhos e de esperanças, esperanças que começavam para muitos a serem borradas pela quartelada daquele fatídico ano, mas que mesmo assim não tirava de mim a esperança de um Brasil melhor.

Custou, mas aconteceu.


1 - Como não podia deixar de fazer, fotografei o Grande Hotel, ponto de referência em volta da Praça Coronel Pedro Osório.


2 – “A Principal”, na esquina da Floriano Peixoto com a Praça Coronel Pedro Osório. Ao fundo o belo Prédio que abrigava o Banco do Brasil, VERGONHOSAMENTE hoje se encontra abandonado, deteriorando-se, onde a parte superior de sua cúpula sumiu, devido ao pouco caso do poder público e da iniciativa privada.

Nota-se que quase todas as pessoas eram magras, ninguém, ou raríssimas eram as pessoas acima do peso.



3 – Lindas meninas retornando do colégio pela 15. Seguidamente passava pela menina de blusa branca, ela me encantava. Neste dia pude então fotografá-la. Com respeito àquele tempo de devaneios e encantos dedico a essa, hoje senhora esta imagem que fiz com uma moderníssima Rolleiflex. Depois desta foto seguidamente via as duas juntas indo ou vindo do Colégio, provavelmente o Assis Brasil.


4 – Praça Coronel Pedro Osório. Pessoas sentadas, outras passeando. Ruas sem movimento, quase desertas. Não havia essa profusão de automóveis que tornou Pelotas uma das cidades com maior número de carros por pessoas.
Um automóvel antigo importado, provavelmente dos anos 40 e uma Kombi, de fabricação nacional.



5 – Praça Coronel Pedro Osório. O Redondo e uma Nereida. Ao fundo, encoberto pelas árvores, não tão altas quanto hoje, está o histórico Teatro 7 de Abril.


3 comentários:

  1. Olá caríssimo Fábio.
    Estou as voltas a procura de um arquivo de outras fotos, assim que as tiver encontrado postarei todas.
    Fico lisonjeado e agradecido com tuas publicações. Excelente arquivo histórico que nos remete a um tempo, que pelo menos, parte dele eu vivi.
    Um grande e fraterno abraço.

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