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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Jesus – A Farsa.






Hórus deus Sol do Egito. Ele é o deus antropomorfizado, ou seja, um deus na forma humana. Deus Sol, o Salvador da humanidade.


Hórus, o Sol tem como inimigo o deus Set, a Noite.


Metaforicamente podemos dizer que é a eterna luta das Trevas contra a Luz ou do Bem contra o Mal.


Hórus nasceu em 25 de dezembro e sua mãe era a virgem Isis.


Seu nascimento foi acompanhado por uma estrela no Oeste.


E seu nascimento foi acompanhado por três reis que seguiram Hórus em busca do Salvador.


Aos 12 anos era uma criança prodígio.


Aos trinta anos foi batizado por Anúbis e tinha 12 discípulos que viajavam com ele fazendo milagres.


Hórus tinha o dom de curar os enfermos e andar sobre as águas.


Hórus tinha vários nomes como – a Verdade, a Luz, o filho adorado de deus, o bom pastor, o cordeiro de deus, além de outros.


Depois de ter sido traído por Tifão, Hórus foi crucificado e enterrado por três dias e então ressuscitou.



Como vocês podem notar esta história já é bem conhecida em outra situação, só que a de Hórus aconteceu século antes da que você conhece.


Esses atributos influenciaram outras culturas, e hoje se acredita que a história de Jesus seja nada mais nada menos que uma cópia da vida de Hórus.


Esta é apenas uma entre dezenas de outras histórias similares, que antecedem a história de Jesus, vejamos algumas poucas:




Attis (1200 a/C) nasceu da virgem Nana em 25 de dezembro, crucificado e posto na tumba, três dias depois ressuscitou.




Krishna  (900 a/C) da Índia nasceu de uma virgem com uma estrela no Ocidente assinalando sua chegada e após sua morte ressuscitou.




Dionisio (500 a/C) nasceu em 25 de dezembro, de uma virgem na Grécia e foi um peregrino que fazia milagres como o de transformar a água em vinho e é reverenciado como rei dos reis e filho unigênito de deus, o início e o fim; e após sua morte ressuscitou; Por transformar a água em vinho é também chamado de deus do vinho.



Mitra da Pérsia (1229 a/C) nasceu de uma virgem em 25 de dezembro, teve 12 discípulos e fazia milagres e após sua morte foi enterrado e ressuscitou em três dias. O dia sagrado de adoração à Mitra era domingo.


Como se sabe que seriam todos esses nascimentos em 25 de dezembro, já que os calendários ou não existiam ou foram modificados conforme o conhecimento do homem foi crescendo?



A grande estrela do ocidente brilha mais intensamente no horizonte do hemisfério norte somente no dia 24 de dezembro de cada ano, é a estrela Sirius, aparece mais brilhante no ocidente e os três reis magos que acompanham essa estrela são o conjunto de estrelas conhecido no Brasil e em Portugal como as Três Marias, porém no mundo inteiro essas estrelas são conhecidas como os Três Reis, e nesse dia ficam perfeitamente alinhadas com Sirus, a estrela do Ocidente e o Sol, considerado um deus.


Por outro lado temos que ver que os dez mandamento já existiam na civilização egípcia, muitíssimo antes do aparecimento de Moisés. Moisés que os arqueoantropólogos discutem se realmente tenha existido ou se é mais um mito, assim como Abraão.


Em seu livro dos mortos, os egípcios já haviam escrito séculos antes de Moises os seus mandamentos “eu nunca roubei”, ”eu nunca matei”, “eu nunca menti” e todos eles ali estão escritos de maneira diferente, mas preservando a essência.


Não roubarás, Não matarás, Não dirás falso testemunho...


Ou seja, a religião egípcia é o modelo para as religiões que se desenvolveram no oriente médio e ganharam também o ocidente, como o batismo; a vida após a morte; o julgamento final; a imaculada conceição; a ressurreição; a crucificação; a arca de aliança; a circuncisão; o Salvador; a comunhão sagrada; a páscoa e outras coisas, muito anteriores ao cristianismo.


E não param aí as cópias grotescas, vejamos:



José nasceu de um milagre – Jesus nasceu de um milagre



José tinha doze irmãos, Jesus tinha 12 discípulos.



Jose foi vendido por 20 pratas – Jesus foi por 30.



O irmão Judah vendeu José – o discípulo Judas vendeu Jesus.



José começou seus trabalhos ao e 30 anos – Jesus também.



Os Historiadores da época de Jesus, nada escreveram sobre ele. Ou seja, um homem tão deificado que nada deixou escrito, ninguém sobre ele escreveu na época.



- Valerius Maximus. (14 a 37).

- Aulus PersiusFlaccus. (4 a 62).

- LuciusMestriusPlutarco. ( 46 a/C a 120)
- Theon de Smyrna. (faleceu no ano 100)

- Lúcio Aneu Sêneca. (4 a/C a 65)

- Quintus Curcio Rufus (viveu sobre os reinados de Cláudio (41 a 54) ou Vespasiano (69 a 79).

- Marco Fábio Quintiliano. (35 a 95)

- Caio Júlio Fedro. (viveu na época de Tibério e Calígula)

- Lúcio Floro. (Século I a Século II)

- Marco Aneu Lucano (30 nov. 39 a 30 abril de 65)

- Justus de Tiberíades. (Segunda metade do século I)

- Gaius Petronius Arbiter. (27 a 66).

- Silius Italicus . (25 a 101).



Nota: Os anos que precedem a nossa época deve-se colocar após o ano as letras a/C, que quer dizer antes de Cristo. Os anos referentes a nossa época, não se faz necessário colocar o d/C, Exemplo, hoje estamos no ano 2014 não se faz necessário colocar 2014 d/C.



Esses que viveram na época NADA escreveram, nenhum deles escreveu coisa alguma sobre esse personagem nebuloso que mantém parte da humanidade sobre uma névoa de crendices, mas movimenta fortunas todos os dias.


Como afirmou certa vez o Papa Leão X para os seus cardeais e bispos: “Esse mito chamado Jesus muito nos tem dado”.


Porém apenas quatro escreveram sobre esse mito. E as escreveram muitos e muitos anos depois, quando sua história já estava contaminada de crendices tanto no aumentativo quanto no superlativo.



Plínio, o jovem, Suetônio e Tácito, falam apenas em Cristo que não é um nome e sim uma titulação, jamais citando o nome Jesus.



A quarta fonte que mais coisas se atribuem que tenha escrito é Flávio Josefo, cujos documentos foram toscamente falsificados por quem tinha interesse em manter a massa submissa, século e séculos atrás e visto por muitos como verdadeiros, infelizmente.


Portanto a credibilidade desses documentos é contestada. Não passam de falsificações.


Mas por que escreveu Josefo sobre Jesus.


Temos que ver que o Cristianismo era fadado ao desaparecimento, pois poucos tinham conhecimento dele, entretanto Josefo era cristão e precisava fazer com que sua religião suportasse o peso das demais, porém nem tudo que é a ele atribuído foi por ele escrito, e a veracidade desses documentos é contestada, pois a Igreja, ávida também na sua solidificação foi engendrando falsos milagres atribuídos a Jesus e falsos escritos em nome de Josefo.


Na Idade Média somente a igreja detinha o conhecimento, e pelas crendices jogou a humanidade no maior abismo cultural de todos os tempos, as verdades eram escondidas e os mitos e mentiras eram alardeados como verdadeiros.


Quem se opunha ia para as fogueiras da Santa (maldita) Inquisição.


O mais provável e que Jesus nunca tenha existido, porém e infelizmente grande parte da humanidade vive a esse mito presa, atrelada, sufocada.


Jesus, como outros “deuses” ou “filhos de deuses”, é uma figura mítica.


Jesus serviu para que o poder manipulasse a massa, e isto continua acontecendo, onde muitos de passado nebuloso, de presente discutível movimentam milhões de dólares todos os dias, e mantém realmente a massa como cordeirinhos acéfalos sob suas ordens. Como zumbis seguem seus gurus sem nada questionarem. Verdadeiros autômatos.


E foi sempre o poder político que manuseou essa história para dominar e dela tirar proveito.



                           Jesus

Na verdade o Cristianismo é uma fraude que se perpetua, pois a massa não consegue se livrar desse mito que cega as pessoas, deixando-se totalmente submissas aos que tem o poder de persuasão.


O mito religioso é o mais poderoso sistema de dominação das massas já inventado.


As religiões funcionam como uma droga pesada, que o usuário pode estar sendo consumido por ela, mas assim como o usuário do crack não deixa o seu vício mesmo sabendo do mal que o consome. As religiões funcionam de mesma forma, pois pegam as pessoas pelo medo e pelo ilusório.


É como dizem os menos privilegiados quando se prova por a+b que tudo não passa de mito:


- Ah é! Eu não sabia... 
  Mas eu continuo acreditando!


Mesmo provando como se engendrou toda essa mítica história, os que acreditam continuarão acreditando fanaticamente, pois não conseguem se livrar das amarras cruéis e tendenciosas das religiões.

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