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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Loucura Religiosa


Enquanto o mundo estarrecido vê as barbáries cometidas pelos fundamentalistas islâmicos do ISIS dentro do Iraque, da Síria e em outros países como acontece também em países africanos que são violentados pelo Bokorahan, no mundo ocidental tivemos uma oxigenação maravilhosa com o Papa Francisco a frente da Igreja Católica, coisa nunca antes vista, entretanto, neste mesmo mundo ocidental outros levam seus fiéis aos calabouços da extrema loucura.

Não precisa ser um psiquiatra para notar ao passar em uma de nossas ruas ou avenidas por pessoas totalmente fora da casinha, verdadeiros dementes que com suas roupas bem conhecidas, andam como zumbis, olhares perdidos, apavorados, andando a cinco ou seis metros a frente de suas esposas e filhos também demenciados, como se fossem eles os donos do pedaço.

Muitos são incapazes de te olhar nos olhos, pois para eles todos que não fazem parte de sua religião são endemoniados, como eles mesmos dizem, são inseguros, cheios de medos, de uma danação eterna e se olham é para recriminar.

Minha filha Monica, caminhava em direção à uma escola onde dava aulas e ao passar por duas destrambelhadas de vestidos quase arrastando no chão, tênis e meias grossas em pleno verão, ao passarem comentaram com maledicência sobre as roupas que minha filha usava. Calça de brim e camiseta.

Disse uma à outra temente ou demente a deus:

- São roupas tecidas pelo demônio.

Minha filha nada disse, mas depois me confidenciou:

- O que adiantaria eu dar-lhe uma resposta se não ia curá-las, pois não sou remédio de tarja preta. (para uso psiquiátrico).

Ou seja, não dá nem para discutir com esses destrambelhados, pois a loucura já está instalada em suas mentes.

Extrai deste site partes de textos bem sugestivos.



- Depois de 27 anos tentando viver uma vida perfeita eu achei que tinha falhado... Eu tinha vergonha de mim durante todo o dia. Minha mente lutava conta ela mesma, sem alívio. Eu sempre acreditei em tudo que me foi ensinado, mas ainda assim pensava que não tinha a aprovação de Deus. Eu pensava que ia morrer no Armagedom. Durante anos, eu me machucava literalmente, cortava e queimava meus braços, para me punir antes que Deus o fizesse. Levei anos para me sentir curada.

Este foi o relato de um paciente de Marlene Winel, americana de San Francisco.


Elizabeth Murad, de Fort Pierce (EUA), lembra bem do dia em que saiu do convento há 41 anos. Sua sensação foi de alívio. Ela tocou as folhas de cada árvore pela qual passou. Ouviu os pássaros enquanto seus olhos azuis percorriam o céu, as flores e a grama. Naquele dia, tudo lhe parecia mais belo.

- “Quando saí, era como se eu tivesse renascido”.

Ela ficou 13 anos em um convento em Novo Jersey


Muitas pessoas não se dão por conta de sua loucura, mas são essas principalmente que são usadas por destrambelhados para juntar mais ovelhas, pois são as mais fáceis de conduzir.

Ao longo de minha vida como professor pude encontrar entre verdadeiros exércitos de alunos aqueles que mostravam todo o seu comprometimento com os desvios mentais. E isto era mais notado durante o turno da noite onde lecionava para adultos.

Havia em uma determinada escola um típico demente, homem de seus vinte e oito anos, olhos esbugalhados, cara grande, a conhecida “cara de cavalo” orelhas desproporcionalmente pequenas e fora de ângulo, braços fortes e compridos e que escrevia muito mal.

Mas vivia lendo a bíblia açodadamente e quando em vez o via distribuindo para os outros alunos folhetins de uma igreja.

Nessa classe entrou uma menina bem morena, com os cabelos crespos castanhos escuros, que a primeira vista vi que a mesma tinha algum problema de entrosamento com os demais, alguma insegurança e dificuldades em estabelecer um diálogo.

Passado duas ou três semanas os dois começaram a andar sempre juntos.

Certa noite me aproximei, sorrateiramente no pátio da escola dos dois, pensei até que ambos haviam se encontrado e começado a namorar.

Não. Ele estava em uma pregação alucinada, falando em demônios e danações e que Jesus viria a Terra e com sua espada de fogo castigaria todos os pecadores e como uma metralha falava e falava em demônios.

Ao me ver ele parou de falar.

E ela em prantos correu para mim perguntando se existiam demônios.


Fiquei realmente com dó da menina e disse que demônios só existem na cabeça de pessoas desequilibradas.

Ele levantou-se como uma fera e sumiu em direção dos banheiros masculinos.

Porém naquela mesma noite o vi saindo com ela da escola e ela nunca mais apareceu no colégio.

Perguntei então para uma aluna que a conhecia sobre ela e essa aluna me disse que ela não iria mais a escola, pois lá era um lugar do maléfico e os demônios podiam seduzi-la ao mal. E que andava completamente desnorteada.

Mas ele como um demente continuava pelos cantos da escola. Ora com um, ora com outro na sua tentativa demente de converter algum abobado para o seu nicho.

O Doutor Francisco Lutofo Neto, Psiquiatra Presbiteriano, em matéria publicada no Jornal do Vale, há uns oito anos afirmava que a maioria dos pastores que ele atendia em seu consultório psiquiátrico mostrava grandes distúrbios mentais.


E eu não tenho dúvidas que a maioria das pessoas que vivem sob o jogo de alguma religião mostra e não se dão conta de sua demência. Elas na verdade não precisam de versículos nem de salmos e sim de um bom tratamento psiquiátrico.

Quantos são os religiosos que ao fim de suas vidas vão parar dentro de clínicas psiquiátricas, irremediavelmente comprometidos, principalmente os celibatários.

O celibato é antinatural e leva geralmente a loucura.

Queres enlouquecer, leve as escrituras ao pé da letra ou deixe-te guiar por algum tararaca decorador de versículos.


E é o que mais tem por aí pregando essas ditas palavras de deus.

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