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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Ponte Preta




A pergunta que não quer calar:


Com os últimos acontecimentos envolvendo o Grêmio Futebol Porto Alegrense, ou Grêmio Foot Ball Porto Alegrense, que foi exemplarmente punido por ter sua torcida chamado de macaco o goleiro Mário, pois também não sei se chamá-lo de Aranha não vai ser interpretado como discriminação, "aracnofobia", ou "intolerância aracnofóbica", a pergunta que está louca para explodir é a seguinte:


Vão ser punidos exemplarmente quem chamar a Ponte Preta de Macaca?



E agora, a “Ponte, Macaca Querida, amor da minha vida, sou louco por você”, vai ter que mudar o nome?


Talvez venha a ser chamada dentro do que eu acho ser politicamente correto de símia-ponte-descendente.


Imaginemos a torcida da Ponte Preta cantando a todos os pulmões “Ponte, Símia-ponte-descendente Querida, amor da minha vida, sou louco por você”.



Além disto a Ponte é também chamada de Nega Véia e Veterana, ora, aqui podemos interpretar não só como discriminação racial pois estão chamando-a de Nega como também discriminação aos idosos, pois tanto Véia (velha) como Veterana assim leva a crer.




Salve a Associação Atlética Ponte Preta, o segundo time de futebol mais antigo do Brasil, e o primeiro do Estado de São Paulo, obviamente e a sua maravilhosa torcida.


Salve também ao Spor Club Rio Grande, da cidade de Rio Grande, RS, que é o mais antigo clube de futebol do Brasil, orgulho do meu Estado.


domingo, 7 de setembro de 2014

A Arca.




Advogar qualquer causa sem conhecimento é no mínimo burrice.


Para tal temos que ter uma base de conhecimento que nos leve a formular um conceito, se não correto, pelo menos mais aproximado dos fatos.


A história é cheia de meandros, muitos dos quais não retratam a verdade, como por exemplo, a história oficial aonde vamos encontrar em várias culturas heróis míticos ou criados como um Caxias, Tiradentes e outros, além dos heróis puramente lendários, inventados para unir, iludir ou entreter o povo, como por exemplo o grande herói Hércules, filho de Zeus, o deus maior do Panteão Grego, com uma humana chamada Alcmena, mulher de Anfitrião.



Uma historinha tão boba, e que existe em outras culturas também e que para nós ocidentais é também contada como se fosse verdade envolvendo um mítico deus, na forma do espírito santo, e uma mulher judia, chama Maria.


Assim como essa historinha vamos encontra muitas outras que servem de recheio para o chamado livro sagrado, tanto dos judeus, como dos islâmicos e também dos cristãos, que não tiveram pudor de copiar o que outros povos já haviam escrito muito e muito tempo antes.


Vejamos:



Utnapishtim, o muitíssimo sábio, é um herói babilônico, copiado dos sumérios, tido como rei e sacerdote de Shurrupak, filho de Ubara-Tutu.



A lenda sobre ele está no poema Atrahasis, com cerca de mil anos antes da Bíblia Cristã, copiada dos judeus, ser elaborada. Diz que Enlil, o deus maior, desgostoso com os homens resolveu eliminá-los da face da Terra, para tal ordenou uma grande inundação. Porém Utnapishtim (Ziusudra) que era o preferido do deus Enki, foi por esse advertido do desastre que ocorreria e o instruiu a construir uma grande arca e nela embarcar com sua família e um casal de cada animal.




Ou seja, quando é que as pessoas vão entender que tudo isso que lhes é ensinado, tornando-as fanáticas, doentes, verdadeiras condutopatas e atormentadas por essas religiões nada mais são do que cópias e mais cópias de lendas de uma época de ignorância, duma época que nada se sabia e para explicar as coisas iam inventando uma série de lorotas que hoje são tidas como verdade por muitas pessoas até de boa formação.


Poupem-me.




sábado, 6 de setembro de 2014

Djalma Paulino de Mattos Bastos, (Netinho).




Por aonde andará esse amigo que era parceiro das seções de cinema, do flertar as meninas que passeavam pela Princesa do Sul, nas noites de sábados ou nas tardes de domingo, lá pelos anos 1967-68-69.


Amigo Netinho, certa vez nos encontramos em Porto Alegre, onde passavas uns dias, na casa de Luís Ariano, e te levei para conhecer umas meninas que moravam ali na Azenha, sendo que uma delas era minha namorada.


O tempo passou, tomamos caminhos diferentes, saí do Exército e fui para o Mato Grosso do Sul, e a última vez que te vi foi em Pelotas, quando te procurei no casarão em que moravas, casarão de teu avô, estavas em casa dispensado do serviço com fortes dores nos rins, e ao chegar fui recebido pelo Cássio Antônio que me informou que tu estavas de cama aguardando o médico da empresa em que trabalhavas, provavelmente em 1977/78.



Pedi para o Cássio que dissesse que eu era o médico da empresa que estavas esperando.


Ao entrar em teu quarto não me reconheceste, pois haviam passado alguns anos e eu estava com um enorme bigode.


Pensaste que eu era realmente o médico, e após algumas perguntas e exames sem usar um estetoscópio ou pelo menos um termômetro sentenciei o tratamento, na base da cachaça e da cerveja.


Um tratamento meio maluco que nada entendeste, mas o Cássio dava risadas à porta.


Foi muito hilário.


E quando disse quem eu era, ficaste sem jeito, porém não perdeste o humor.


Bons tempos.